1999 foi um grande ano para Fabio Silva que, com as pranchas shapeadas por lelot, liderou durante o ano inteiro o disputado Circuito Brasileiro Profissional, conquistando o vice-campeonato, atrás somente de Peterson Rosa, que o ultrapassou somnete na última etapa. Mas foi um ano inesquecível, tanto para Fabinho, quanto para o shaper Henry Lelot, que também foi coroado com um outro acontecimento histórico; Com suas pranchas, o hawaiano Shanw Suttom conquistou importantes vitórias durante a temporada e a vaga para o WCT.









Nessa época, Tita Tavares entra para a equipe do shaper e conquista ótimos resultados no WCT e no Circuito Brasileiro Profissional.


O paraibano Otavio Lima também passa a integrar a equipe. No ano seguinte, conquista a terceira colocação na primeira edição do Super Surfe, sendo este o melhor resultado de sua carreira.


Shawn Suttom vence a primeira etapa do WQS na Argentina, e se mantém entre os primeiros até o final do circuito, conquistando sua vaga na elite do surf mundial. Um grande feito para o shaper Henry Lelot que, com este resultado coloca mais uma vez seu nome na história, sendo o primeiro shaper brasileiro a colocar um surfista estrangeiro no WCT, através de resultados com suas pranchas.

Claudemir Lima, conquista o vice-campeonato no Circuito Profissional Brasil Trials. No ano seguinte, fica em 3º e se sagra Campeão Carioca Profissional.
Nesse mesmo ano, Lelot vai para o Hawaii, buscando ganhar maior experiencia em pranchas para ondas grandes. Ficou instalado em Sunset beach, na casa do carioca Diego Pierre, cria do shaper, que já vinha morando nas ilhas há 4 anos. Durante o período, Diego se consolidou como um dos 4 melhores surfistas amadores das ilhas, garntindo vaga na equipe, para disputar o circuito norte-americano NSSA.


Peterson Rosa, que já havia encomendado pranchas com o shaper em algumas ocasiões, foi sondado por Lelot para integrar uma possível equipe de surfe do Flamengo... O projeto acabou não vingando, como sempre, por falta de dinheiro.